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Cadastro de usuários em lan houses de todo o País para evitar crimes cibernéticos - O Estado do Paraná

Valéria Auada
Foi aprovada na noite desta quarta-feira (20) pela Câmara Federal, a emenda do deputado Sandro Alex (PPS/PR) que exige o cadastro de usuários com o nome e o número da carteira de identidade para a identificação em lan houses de todo o país. A emenda é aglutinativa ao projeto do governo federal que também foi aprovado pela Câmara Federal na noite de quarta-feira e permite às lan houses o acesso a financiamentos especiais para a compra de equipamentos e computadores, parcerias com o poder público e o desenvolvimento de projetos educacionais. Foi realizada também uma alteração no projeto que inibe e alerta o acesso de menores a conteúdos impróprios na internet. O projeto ainda será votado no Senado.
“Foi uma vitória ao combate aos crimes cibernéticos no Brasil”, reagiu Alex. O parlamentar está formando na Câmara Federal uma Frente Parlamentar de Combate aos Crimes Cibernéticos. Segundo o deputado, a maioria dos cibercrimes acontece em lan houses por causa do anonimato que ocasiona dificuldades na investigação da polícia. “Com a identificação, a polícia tem condição melhor de investigar quando alguém comete o cibercrime”, disse Alex. Ele ressalta que pela emenda de sua autoria aprovada pelo Congresso, o proprietário ou co-proprietário da lan house não serão co-responsabilizados pelos cibercrimes.
Paraná
No Paraná, o cadastro dos usuários de lan houses é obrigatório desde 2009 quando foi aprovado o projeto do deputado estadual Marcelo Rangel (PPS). Além do nome e do número da carteira de identidade, é obrigatório filmar o usuário das lan houses.
“Acho importante a aprovação da emenda (do deputado Sandro Alex), mas acho que deveria ser considerada a possibilidade da obrigatoriedade das imagens”, disse o delegado do Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber), Demétrius Gonzaga de Oliveira. O Núcleo foi criado em 18 de novembro de 2005 e é considerado o primeiro do gênero do país.
Oliveira acha relevante também que se faça o acompanhamento de quem utiliza a rede wireless (rede sem fio). “Quem quiser cometer cibercrime não irá onde se exige a documentação”, observou Oliveira. O delegado já está em conversação com alguns parlamentares sobre a possibilidade de controle de utilização das redes wireless, inclusive dentro do serviço público.
O delegado sugere ainda que o Google disponibilize o IP (Internet Protocol Adress) da conexão com data, horário de criação das comunidades, perfis ou comentários dentro da comunidade Orkut.

Extraído do site: http://oestadopr.pron.com.br/cidades/noticias/14244/?noticia=cadastro-de-usuarios-em-lan-houses-de-todo-o-pais-para-evitar-crimes-ciberneticos

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