sexta-feira, 6 de maio de 2011

Delegado Higor Jorge explicou o fenômeno do bullyng e do cyberbullyng

Por Daniela Trombeta Dias
Frequentemente ouve-se falar sobre bullyng e muitos casos são divulgados através dos meios de comunicação, inclusive envolvendo a morte de pessoas. O bullyng acontece quando uma pessoa sofre agressão física ou psicológica, que pode ser por diferenças entre características físicas das pessoas, como com alguém que é obeso, usa óculos, tem orelhas salientes ou até mesmo por ter determinada religião, opção sexual ou etnia.
Com o crescimento das redes sociais e também da facilidade ao acesso a internet o cyberbullyng também começou a ser praticado e consiste no mesmo tipo de agressão, porém praticada de forma eletrônica ou cibernética, ou seja, através de computadores.
Segundo o delegado de polícia e especialista em crimes cibernéticos, <strong>Higor Vinícius Nogueira Jorge</strong>, esse tipo de ofensa pode ser praticada das mais variadas formas. “Dentre el<!--more-->as, o envio de e-mails ofensivos, envio de mensagens SMS para celulares, postagem de vídeos, publicação de xingamentos em sites, blogs, redes sociais, fóruns de discussão, mensageiros instantâneos, hotéis virtuais (haboo), entre outros meios”, explicou ele.
Ele ainda relatou que o bullyng, o cyberbullyng acontecem tanto entre crianças e jovens em ambiente em escolar, como também no trabalho, entre vizinhos, amigos e em famílias.
“Muita gente acredita que essas brincadeiras não são ofensivas e que também não pode ser responsabilizado por isso, o que não é verdade. É importante que todos saibam que os casos de cyberbullyng rompem os limites da licitude, pois se enquadram em previsões penais, ou seja, é considerado crime cibernético ou eletrônico, pois é praticado com recursos tecnológicos, principalmente computadores”, ressaltou.
O delegado enunciou alguns exemplos de cyberbullyng e suas penalidades. É considerado cyberbullyng a calúnia, que é afirmar que a vítima praticou algum fato criminoso; assim como a difamação, que é propagar fatos ofensivos contra a reputação de alguém, como por exemplo, divulgar em redes sociais que um conhecido foi visto em um motel com fulana. “Mesmo que ele provar esse fato o crime subsiste, pois independe do fato ser verdadeiro ou falso, o que importa é que prejudique a reputação da vítima”, disse Higor Jorge.
Ainda segundo ele, também é atribuído ao cyberbullyng praticar injúria; ameaça e constrangimento ilegal através de MSN, Orkut, Twitter, Facebook, email entre outros meios eletrônicos ou computadores.
“Assim como usar falsa identidade, ou melhor, fazer perfil falso nessas redes ou molestar ou perturbar a tranquilidade de alguém. As penalidades variam de multa, e de 3 meses até 3 anos de detenção. O que deve ser levado em consideração, são os efeitos das agressões, que muitas vezes pode não ter recuperação, mesmo que a pessoa passe por tratamento psicológico ou psiquiátrico. Quem pratica o cyberbullyng ou bullyng deve pensar que isso ocasiona muitas conseqüências como traumas e dificuldades de viver em sociedade”, disse ele.
A prática destas ofensas também desencadeia diversos efeitos no âmbito civil, como por exemplo, a obrigação de reparar os danos morais proporcionados pelos autores das agressões verbais ou em meios cibernéticos.
O que fazer quando se é vítima de bullyng ou de cyberbullyng
O delegado explicou que a vítima deve fornecer à polícia o maior número possível de informações e assim comprovar a autoria do crime. “Se ela não conseguir comprovar o crime, pode até ser punida pelo crime de comunicação falsa de crime ou contravenção, o que ocasiona detenção de um a seis meses ou multa, ou denunciação caluniosa (reclusão de dois a oito anos e multa e nos casos de utilização de anonimato ou nome suposto a pena é aumentada)”, explicou.
Higor ainda disse que a vítima deve procurar uma delegacia de polícia e se no local existir computador com acesso à internet, solicitar que o escrivão de polícia visualize o conteúdo das ofensas e imprima as mesmas. Em seguida é adequado que o escrivão, por ter fé pública, elabore uma certidão com os endereços que foram acessados (no caso de conteúdo ofensivo disponibilizados em sites ou redes sociais) e imprima cópia do conteúdo acessado.
“A vítima também pode gravar as informações em uma mídia não regravável, assim como o endereço do qual foi retirado o conteúdo (URL), imprimir e levar à delegacia quando for fazer boletim de ocorrência”, ressaltou.
“A solução para lidar com esse problema deve vir do resultado de um trabalho conjunto entre os pais, educadores, organizações não governamentais, entidades religiosas, órgãos do governo, polícia, enfim, a sociedade como um todo deve participar da discussão e apresentar sugestões em busca de soluções”, finalizou o delegado.

Extraído do O Jornal de Santa Fé do Sul.
 

Como não se tornar vítima de ofensas digitais

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Como não se tornar vítima de ofensas digitais

Você vai precisar de:
  • Atenção
  • Cuidado com as informações e fotos divulgadas

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Fácil
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Passo a Passo imprimir
1

Exposição

Evite a exposição exagerada em sites de relacionamento. Quanto menos informações pessoais na rede, menor a possibilidade de utilização dessas informações de forma indevida.
2

Fotos

Outra boa dica é a postagem de fotos em baixíssima resolução, pois assim é possível minimizar a possibilidade de alteração e reprodução das imagens. E cuidado com as fotos que coloca nos sites. Lembre-se: elas poderão ser copiadas e modificadas. Opte por imagens que não tragam constrangimento posterior.
3

Segurança

Após a utilização da internet em computadores públicos, feche todas as telas navegadas e verifique se não foram salvas suas informações de login (de preferência, troque suas senhas após a utilização). Nunca acesse contas bancárias em computadores públicos.
4

Segredos

Evite tornar público desejos, segredos e sonhos. Isso evita que o cibercriminoso possa angariar informações íntimas (que somente você deveria saber).
5

Informações pessoais

Nunca disponibilize informações pessoais como endereço, telefone, nome da escola, trabalho, bairro, rua. Cuidado com as comunidades que participa, ser identificado como um membro de uma delas é sinal que você aderiu às suas normas. A participação em comunidades relacionadas com temas polêmicos, como pornografia infantil, drogas, violência e racismo, pode ser considerada crime de apologia ou incitação.
6

Controle-se

Lembre-se que tudo o que escreve poderá ser lido por todos e usado contra você. Está com raiva, conte até mil e lembre-se que a internet não é o local apropriado para desabafos.
7

Bate-papo

Evite utilizar salas de bate-papo e redes sociais para marcar encontros.
8

Amizade virtual

Utilize as ferramentas fornecidas pelas redes sociais para permitir que apenas pessoas conhecidas e já confirmadas possam acessar informações e imagens mais íntimas. A melhor forma para não se tornar vítima de crimes virtuais é a velha e boa prevenção.

Extraído do site: http://extraexplica.com.br/tecnologia/como-nao-se-tornar-vitima-de-ofensas-digitais/

Holanda: na mira do cybercrime

 
Uma rede criminosa na internet foi descoberta pela polícia holandesa e menos de um dia depois o principal culpado foi preso na Armênia. Excepcional, festeja um especialista da área. No entanto, a Holanda é o sétimo país na lista mundial de cybercriminalidade.
O desmantelamento da rede Bredolab foi amplamente divulgado. Um armênio infectou cerca de três milhões de computadores em todo o mundo através de 143 servidores na Holanda, espalhando spams e ‘hackeando’ contas bancárias.
Holanda: na mira do cybercrime

Rússia na caça ao spam

Talvez você não tenha percebido, mas de repente diminuíram os spams na caixa de mensagens. O número de mensagens indesejadas diminuiu em um quinto, divulgou o jornal International Herald Tribune.
A polícia russa fez buscas na casa de um homem de 31 anos que é acusado de cybercriminalidade em grande escala. Desde então, até nos Estados Unidos é perceptível que o número de ofertas de Viagra pela internet diminuiu.

Sua prisão foi mais um sucesso da Unidade de Crimes High Tech da Holanda. Mas a renomada revista de informática PCWorld imediatamente questionou se a Holanda não teria infringido a lei ao alertar os 143 servidores sobre o spam, uma vez que a polícia fez um upload de seu próprio programa nos computadores infectados para avisar sobre o Bredolab, o programa criminoso para roubo de senhas.

Sofwares malignos

Por que a Holanda é um dos maiores exportadores de softwares criminosos? O país abriga 2,2% de todas as redes infectadas por criminosos, as chamadas ‘botnets’. Com isso a Holanda ocupa o sétimo lugar no mundo. O país tem posição estratégica na ‘digital highway’, com uma rápida e bem distribuída rede. Alguns dos grandes provedores estão estabelecidos na Holanda. Estes provedores administram os servidores que os criminosos utilizam para espalhar seu software maligno por todo o mundo.

E justamente os grandes provedores são o elo fraco na cadeia, acredita Joran Polak, editor chefe do site Security.nl.
“Como são tão grandes, em geral é difícil para eles controlar toda uma rede. Por isso alguém com más intenções pode se infiltrar neles com mais facilidade do que em um pequeno provedor, que conhece todos os seus clientes e sabe diferenciar com quem está tratando”, diz Polak.
Contra-ataque
A Fox-IT é uma empresa que alerta, entre outros, bancos e provedores quando criminosos infectam sua rede com software maligno. Ela também prestou assistência à polícia no desmantelamento da rede Bredolab.
Segundo o gerente de marketing, Joost Bijl, a Holanda está na liderança da luta contra a criminalidade na internet. Mas ainda pode melhorar. Por exemplo, a polícia holandesa ainda não tem poder para contra-atacar via internet e assim pegar também cybercriminosos estrangeiros. Ou seja: combater os criminosos fora da fronteira com suas próprias armas.
O oficial de justiça responsável pela área de cybercrime, Lodewijkvan Swieten, também quer ter mais poderes para que seja possível ‘contra-hackear’. No momento, isso ainda é problemático, porque se entraria no sistema de outros países onde não há leis que permitam esta prática.
Proteção à privacidade
Capturar cybercriminosos e seus computadores no exterior via internet também entra em conflito com as leis de proteção à privacidade. “Este também é o motivo pelo qual não tomamos este tipo de iniciativa, embora tenhamos as condições para fazê-lo”, explica Wim de Bruyn, porta-voz da procuradoria geral holandesa.
”Se fizermos isso hoje, estaremos agindo fora dos limites da lei. Mesmo que seja tecnicamente possível, é preciso primeiro regulamentar legalmente antes de fazer uso desta possibilidade”, diz De Bruyn.
Enquanto um cybercriminoso pode atacar mundialmente com alguns cliques no mouse, funcionários da justiça ainda precisam fazer viagens internacionais para chegar aos bandidos. Agora, depende do ministro da Justiça adequar a lei sem entrar em conflito com seus colegas estrangeiros.

Extraído do site: http://www.rnw.nl/portugues/article/holanda-na-mira-do-cybercrime

Incorporando criminosos digitais


O fabricante de jogos Sony, com o rabo entre as pernas, anunciou que vazaram outros 25 milhões de dados pessoais de seus clientes. Em meados de abril foram roubados dados de 77 milhões de usuários. Salvaguardar a segurança de websites e bancos de dados está se tornando uma tarefa cada vez mais complexa. Por isso é que os especialistas dizem: Traga para perto os seus próprios hackers e cybercriminosos, e aproveite o talento que eles têm!

O drama de segurança da Sony parece ser o maior roubo de informações de dados online. Os nomes, endereços eletrônicos, senhas e detalhes dos cartões de crédito de 100 milhões de cidadãos do mundo foram parar em mãos erradas.
A Sony tem de reconhecer a sua parcela de culpa, diz Wilbert de Vries, editor do website de tecnologia Tweakers.net
"Se você gerencia um banco de dados de tal magnitude, parte-se do pressuposto que trabalhe com o mais alto nível de segurança. Os peritos que eles contrataram para incrementar e testar a segurança abriram furos numa parte dessa proteção. Descobriram, por exemplo, que nem todas as aplicações de rede possuem a versão mais recente e que, portanto, poderiam ser suscetíveis a ataques."
Segurança na Internet
Um quarto de todas as empresas holandesas se encontra extremamente vulnerável aos hackers, constatou Ernst en Young em 2010. Pareciam faltar as medidas de segurança mais básicas. Apenas 7% das empresas têm tomado medidas drásticas para evitar ataques.
Esta semana, o site holandês do Rabobank ficou paralisado por conta de um ataque DDoS, que impossibilitou o gerenciamento bancário on-line. Os criminosos, nestes casos, não conseguem realmente penetrar na base de dados. Informações confidenciais não se encontram em perigo. Mas que é um incômodo, é.
O site a Radio Nederland também foi atacado e ficou inacessível das 22:00 noite de terça-feira até as 15:00 desta quarta-feira, 4 de maio.
Hackers supervisionados
Os ataques virtuais são normalmente resultado da ação de jovens inteligentes e entediados na internet. Ao solicitar a intervenção dos potenciais deliquentes cibernéticos, podemos nos esquivar ou fazer frente aos ataques, afirma o especialista em segurança na internet Ronald Prince. Crime cibernético sob supervisão. Evita traquinagem digital e eventuais crimes cibernéticos mais sérios.
"Temos de dar-lhes um contexto diferente no qual obtenham respeito por suas qualidades: um exemplo é oferecendo-lhes um trabalho. A polícia, o Ministério de Defesa e o National Cyber Security Center, mas também empresas privadas como a Fox, estão buscando com afinco candidatos na internet."
Trabalho e salário
Na companhia de segurança de internet Fox-IT, de Ronald Prince, eles já não faltam: até mesmo o gigante dos softwares, a americana Microsoft, já aplica esse princípio. Em vez de perseguir aos hackers, os convidam a ajudar a melhorar a sua própria segurança. Nos Estados Unidos, um adolescente que havia liberado um vírus na plataforma de mídia social Twitter recebeu imediatamente um emprego. Alguns fazem o seu preço e oferecem seus serviços, por exemplo, quando descobrem falhas em sistemas de segurança.
Mas o governo e a indústria deveriam estar muito mais ativos no recrutamento dos jovens magos, diz Prince.
"A ideia é a de que, se você quiser capturar criminosos digitais, faz-se útil ter alguns desses sujeitos de todo o mundo em casa. Desses que entendam mesmo. Que saibam iniciar um bate-papo e ficar sabendo de que falam os mal-intencionados, a fim de poder intervir logo no início."
Prince atenta para o fato de que o governo terá, com efeito, de disponibilizar mais verbas. "Não se deve, porém, esperar uma carreira no governo como cyberpirata. Para ganhar salários mais altos um sujeito tem mesmo é de se tornar gerente, o que é precisamente o que os jovens não querem."

Extraído do site: http://www.rnw.nl/portugues/article/incorporando-criminosos-digitais

Hackers: traquinas digitais viram adultos


Os hackers são jovens infratores solitários e independentes, como vemos nos livros e filmes? Em uma conferência internacional de hackers na Holanda o estudo do Direito se mostrou tão importante quanto a ‘engenharia reversa’ do mais novo Microsoft Word.

A estação de rádio criada para a conferência Hacking Random 2009 toca Pete Townshend e Level 42 – música que há algumas décadas já não é considerada ‘hip’. Entrementes, convidados falam no estúdio sobre um ‘hackerspace’ em Berlim no local onde certa vez um disco voador teria caído, e sobre a dúvida se também é possível ‘raquear’ comida.

Comunidade consciente
Neste encontro de hackers, que acontece a cada quatro anos, paira uma atmosfera um tanto caótica, o que fez com que o município de Boxtel, onde a conferência acontece, ameaçasse proibir a o evento em 2005, por medo de perturbação da ordem. Mas de acordo com Brenno de Winter – um dos palestrantes no Hacking at Random – isso é puro preconceito.
“A comunidade dos hackers foi desde o início uma comunidade muito consciente, que se preocupa com a relação entre o homem e a tecnologia”, diz ele.
Mas nos últimos anos muita coisa mudou. Quando os hackers aparecem nos noticiários atualmente, não são mais os solitários independentes, mas em geral guerrilhas digitais organizadas de países como Rússia e China.
Hackers chineses acabaram com as vendas de ingressos de um festival de cinema na Austrália este mês. Tudo porque o festival exibiria um documentário condenado por Pequim sobre a líder uigur Rebiya Kadeer. E na semana passada, hackers russos causaram uma pane no Twitter e no Facebook para calar ‘Cyxymu’, um blogueiro crítico da Geórgia.
Inimigos
Os tempos também mudaram para os hackers do Hacking at Random. Desta vez eles até mesmo convidaram inimigos tradicionais para a conferência, como representantes do governo e Tim Kuik, o chefe da Brein, empresa que vigia a violação digital de direitos autorais na Holanda.
“Nós trabalhamos bem com as autoridades”, diz Brenno de Winter. “Eu tenho uma estação de rádio e organizamos todas as licenças corretamente. E justamente porque Tim Kuik e funcionários da justiça estão por aqui, podemos estabelecer um diálogo. Isso significa que o governo também está mudando sua visão.”
Isso é necessário porque, de acordo com os hackers, há no momento uma grande ameaça sobre a privacidade, por causa das novas tecnologias e novas regras na União Europeia, em particular na área de ‘retenção de dados’.
“Se olharmos, por exemplo, os cartões de transporte usados na Holanda, os dados ficam armazenados por um ano”, diz De Winter. “Um nível de controle destes não existia nem no tempo da cortina-de-ferro. Então acho saudável que exista uma comunidade que obrigue as pessoas a pensar sobre isso.”
Geração adulta
Para evitar as práticas ‘Big Brother’, De Winter desenvolveu um programa de chamado ‘Small Sister’. E para se prevenir, os hackers compilam cada vez mais informações sobre direito digital e proteção da privacidade.
Ainda há hackers suficientes que se vestem como personagens de ‘Jornada nas Estrelas’ e Brenno de Winter admite que o número de solitários, como reza o clichê, ainda é acima da média. Mas ele concorda com o novo nome que o idealizador do encontro, Rop Gonggrijp, criou para a atual geração de hackers adultos: ‘combatentes digitais pela liberdade’.

Extraído do site: http://www.rnw.nl/portugues/article/hackers-traquinas-digitais-viram-adultos

Crimes cibernéticos e o uso adequado na internet (por Edilaine Flores)

CRIMES CIBERNÉTICOS E O USO ADEQUADO DA INTERNET

    As crianças e adolescentes encontram hoje na internet, além das redes sociais, todo material de pesquisa disponível sobre amplos assuntos e diversas coisas sobre tudo o que desejam saber. Mas apesar de todos esses recursos a internet pode conter crimes.

    A grande falta de orientação para o uso da internet e a ausência de controle podem expor crianças e adolescentes a esses perigos.
Os pais não sabem o que seus filhos fazem e tem a falsa idéia de que porque a criança está em casa, está mais protegido do que se estivesse na rua. Não percebem que aquele ambiente de internet é um espaço público como qualquer outro. Além disso, a própria pessoa muitas vezes é a responsável por comportamentos inseguros ou antiéticos, colocando fotografias íntimas de sua família ou de sua vida privada sem perceber que aquela fotografia pode ser acessada e reproduzida milhares de vezes por pessoas que ela não conhece.

    Não é necessário que se negue o acesso à internet, mas há necessidade de instrução quanto ao seu uso. A responsabilidade da prevenção é de todos: governo, escola e família. Há alguns sites e programas que ajudam a monitorar o conteúdo ou restringir acesso a sites com conteúdo pornográfico ou impróprio. Mas o melhor que se pode fazer é conversar e explicar que o computador pode ser usado tanto para coisas boas como para coisas ruins.

    A escola é um grande facilitador para esse tipo de abordagem, podendo incorporar esta tecnologia para tratar esta questão como um problema.
É importante frisar que a grande arma contra esses crimes é a PREVENÇÃO. 

    As pessoas tem idéia de que a internet é uma coisa privada, mas na verdade é um espaço público. Elas devem perceber que aquilo que é postado pode ser acessado por qualquer outra pessoa e aquilo é público.

    Alguns cuidados básicos como não divulgar o lugar onde os pais moram ou trabalham, jamais fornecer dados pessoais a estranhos na internet, não contar coisas de sua vida pessoal, nunca enviar fotografia pela internet a ninguém, entre outros, podem evitar grandes consequências.

   Todas essas situações necesitam de uma atuação dos pais e dos profesores, já que esses tem papel fundamental e grande influência no aprendizado dessa crianças e adolescentes. Se não houver diálogo e educação para o uso ético e seguro da internet, o problema não será resolvido.

                                                                                                                                    Edilaine Flores

Cursos a Distância - Academia Clavis

Cursos a Distancia Academia Clavis

Próximos Cursos EAD - Academia Clavis
Curso Data
Análise Forense Computacional EAD 10, 12, 17, 19, 21, 24, 26 e 31 de Maio de 2011
Auditoria de Segurança em Aplicações Web EAD 25 de junho, 02 e 09 de julho de 2011
Fortalecimento de servidores Unix/Linux EAD 14, 19, 21, 26 e 28 de julho e 02 de agosto 2011
Metasploit Framework EAD 13, 15, 20, 22, 26 e 27 de setembro de 2011

Próximos Cursos Presenciais - Academia Clavis
Curso Data
CEH - Certified Ethical Hacker 13, 14, 15, 16 e 17 de junho de 2011
Teste de Invasão em Redes e Sistemas 15, 16, 17, 18 e 19 de agosto de 2011
Análise Forense Computacional 5, 6, 7, 8, 9 e 10 de dezembro de 2011
Fortalecimento de Servidores Unix/Linux 28 de janeiro, 4 e 11 de fevereiro de 2012
CHFI - Computer Hacking Forensic Investigator 19, 20, 21, 22 e 23 de março de 2012

Com os constantes avanços em recursos de segurança da informação e nas técnicas utilizadas para violá-los, manter-se atualizado deixou de ser um luxo e tornou-se um requisito imprescindível para o sucesso de seu negócio.
A Academia Clavis Segurança da Informação oferece treinamentos especializados online, no formato EAD(Ensino a Distância), oferecendo ao aluno não somente sessões de treinamento com instrutores especialistas no assunto e reconhecidos pelo mercado como também revisões que fazem com que o aluno adquira todo o conhecimento passado durante o curso. Além disso, para cada turma é criada lista de discussão com a participação de alunos e instrutor. Desta forma, o aluno permanece, mesmo após o término do treinamento, em contato com os membros da turma, interagindo e adquirindo conhecimento.

Teste de Invasão em Redes e Sistemas
 
Análise Forense Computacional
 
Auditoria de Segurança em Aplicações Web
 
Fortalecimento de Servidores Unix/Linux



Metasploit Framework

Sistema EAD Academia Clavis

No sistema online utilizado pela Academia Clavis, as aulas são realizadas ao vivo em video e áudio, e durante as mesmas, o aluno poderá entrar em contato com o instrutor via chat e voz, onde poderão ser tiradas em tempo real eventuais dúvidas que possam surgir, em um ambiente interativo e real de sala de aula virtual. O material do curso é outro diferencial da Academia Clavis, pois são desenvolvidos pela própria Academia com exclusividade.
Inscreva-se já e realize os cursos online da Academia Clavis independente do local onde esteja! No conforto de sua residência, de seu trabalho ou em um terceiro continente de sua escolha!


Página do assassino do Rio foi retirada

A página do Orkut que defendia o assassino que matou 12 crianças numa escola de Realengo, no Rio de Janeiro, foi uma das 284 retiradas da rede social entre os dias 7 e 21 de abril, depois de denúncia da Safernet.

Essas denúncias se referem a todo tipo de conteúdo, incluindo várias páginas com apologia ao massacre e ao atirador.

A SaferNet Brasil é uma associação sem fins lucrativos, vinculação política, religiosa ou racial, fundada em 20 de dezembro de 2005 por um grupo de cientistas da computação, professores universitários e pesquisadores.

Ela criou a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos (www.denuncie.org.br) que, desde 2006, recebe e encaminha denúncias anônimas sobre qualquer crime ou violação aos Direitos Humanos praticado por meio da Internet.

O serviço, operado em parceria com o MPF, o DPF e o Disk 100 do Governo Federal, atende aos rígidos padrões técnicos e operacionais fixados pelos organismos de padronização e certificação internacionais.

A SaferNet também criou uma nova seção no portal, contendo Dicas de segurança para os internautas, Glossário de termos para entender os perigos na rede, Cartilha de orientação e um Canal de Cadastro para as oficinas, cursos e palestras.


Extraído do site: www.safernet.org.br/site/prevencao