Pular para o conteúdo principal

Crimes cibernéticos são preocupação com proximidade de grandes eventos


Uma única pessoa é capaz de causar apagões, falta de água e rombos financeiros utilizando apenas um computador. Os chamados crimes cibernéticos são uma preocupação do Ministério da Defesa, principalmente com a proximidade de grandes eventos no país. No Seminário de Defesa Cibernética, o ministro da Defesa, Celso Amorim destacou  o investimento em tecnologia, pesquisa e inovação e a capacitação de profissionais para atuação na área como prioridades para a segurança do país.
“O Brasil é a sexta economia do mundo, não pode se privar de meios de defesa modernos, inclusive com relação a possíveis ataques também modernos”, disse o ministro. “Temos que desenvolver essa estratégia de defesa. Já fizemos, na prática, na Rio + 20 e faremos em outros eventos. Vamos evoluir.”
Em setembro deste ano foi inaugurado, oficialmente, o Centro de Defesa Cibernética (CDC) sob comando do Exército, com o objetivo de centralizar conhecimentos e tecnologias já utilizadas por entidades e órgãos como Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Comitê Gestor da Internet (CGI),  Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e organizações militares. 
Segundo o chefe do CDC, general José Carlos, o Brasil se equipara a países avançados no que diz respeito ao setor. “Dentro dos nossos projetos, estamos preocupados com a capacitação de tropas. Cada vez mais tropas e operações são controlados por redes. E tudo o que depende de redes tem essa ameaça, temos que nos preocupar em defender esse sistema bélico.”
A Defesa Nacional se preocupa também com a produção brasileira de softwares e equipamentos. A primeira operação inteiramente nacional foi realizada na Rio+20. Para a Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas já estão sendo desenvolvidas novas tecnologias. O destaque, segundo o major Alexandre Lara, integrante do CDC, é para a ferramenta de correlação de eventos, com inteligência artificial para identificar uma invasão no sistema de rede.

Extraído do site: http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2012/10/24/crimes-ciberneticos-sao-preocupacao-com-proximidade-de-grandes-eventos/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Top 10 ameaças de segurança para 2011

Top 10 ameaças de segurança para 2011

 Dos dez principais ameaças de segurança para 2011, alguns deles até mesmo fazer o bem informado e técnicos mentes fracas nos joelhos. Já este ano, a ameaça número um foi identificado. Pela primeira vez na história da internet, os hackers podem comprar uma cópia registrada de um kit de Malware sofisticados para 99,00 dólares, mas mais sobre essa ameaça abaixo. Em nenhuma ordem particular, estes são os outros nove principais ameaças à segurança para 2011:
O Malware Toolkit: Este Kit Malware inclui todas as ferramentas necessárias para criar e atualizar o malware, bem como assumir o controle de um computador host, além de atualizações e-mail e suporte do produto. Por que isso é como a ameaça? Porque não são necessárias habilidades de codificação, os usuários simplesmente precisam dominar as opções do programa clicáveis e são apresentadas com uma web baseada em Linux exploit usando a mais recente tecnologia de botnets, pronto para implantar.
hacker…

Fraude migra de cartão para web

Pagamento: 'Internet banking' responde por 22% dos prejuízos com crimes eletrônicos
Adriana Cotias | De São Paulo "Prezado Cliente,
Por motivos de segurança comunicamos a todos os clientes que, visando barrar o constante aumento de fraudes A Central de Atendimento BB e no Internet Banking BB será obrigatório realizar o Recadastramento da senha de 4 Dígitos. Caso não efetue o recadastramento com urgência, o acesso via Caixas-Eletrônicos, Atendimento por Telefone e Internet-Banking será suspenso. Utilize o link abaixo para efetuar o Recadastramento. Lembre-se, a Caixa Econômica Federal não se responsabilizará por danos sofridos, caso o recadastramento não seja feito. Caixa.gov.br 2011 - Todos os direitos reservados." (sic). É neste mau português que mensagens falsas inundam a caixa postal eletrônica do consumidor brasileiro. Apesar do léxico torto e dos alertas constantes das instituições financeiras - e, neste caso, até da assinatura trocada -, a percepção dos executivos d…