domingo, 12 de janeiro de 2014

Lançada 2ª edição do livro “Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação”

Foi lançada a 2ª edição do livro “Crimes Cibernéticos: ameaças e procedimentos de investigação”, escrito pelos delegados Higor Vinicius Nogueira Jorge e Emerson Wendt, pela Editora Brasport.
Esta versão ampliada da obra apresentou um caso concreto de investigação a um delito praticado por
intermédio do Facebook. Também foram acrescentadas informações sobre forense computacional, outras redes sociais e cooperação internacional com Argentina, Bahamas, China, Espanha, França, Itália e Portugal.
A obra pode ser adquirida no site http://www.brasport.com.br/informatica-e-tecnologia/seguranca-br-2-3-4-5/crimes-ciberneticos-ameacas-e-procedimentos-de-investigacao-2a-edicao.html.
Vejam o que os maiores especialistas do Brasil na área dos crimes cibernéticos falaram sobre a 1ª edição do livro:

“Leitura obrigatória a todos os cyberinteressados no assunto!”
Renato Opice Blum
Advogado e economista

“Com linguagem didática e objetiva, e munidos de sua brilhante experiência como Delegados da Polícia, os autores destacam-se no segmento do Direito Digital, por apresentarem, de modo exemplar, as bases para investigação de crimes informáticos. Esta obra é essencial ao profissional que atua neste ramo, seja jurista, policial, técnico ou perito; bem como aos acadêmicos que buscam conhecimento na área.”
Gisele Truzzi
Advogada especialista em Direito Digital, Truzzi Advogados

“Leitura fundamental para aqueles que querem se aprofundar nos temas ligados ao Direito Eletrônico. Uma abordagem rica em detalhes sobre a Inteligência Cibernética.”
Coriolano A. Almeida Camargo Camargo
Conselheiro Estadual e Presidente da Comissão de Direito Eletrônico, OAB/SP

“Obra importante sobremaneira, posto que os autores são uns dos raros profissionais que detêm, além do conhecimento científico, a experiência da prática do combate ao crime.”
Fernando De Pinho Barreira
Perito Criminal em Forense Computacional, especialista em Direito Eletrônico

“O tema abordado no livro é de suma importância para qualquer cidadão brasileiro que realize transações pela Internet. Os autores fizeram um excelente trabalho na abordagem de um tema que a cada dia que passa torna-se mais realidade na vida de todos.”
Yuri Diogenes’
Autor de livros de Segurança da Informação no Brasil e nos Estados Unidos

“Compêndio indispensável para a prática profissional e os estudos acadêmicos.”
Giuliano Giova
Perito judicial em questões de alta tecnologia, diretor do Instituto Brasileiro de Peritos

“Uma excelente fonte de informações para leigos, especialistas e curiosos que desejam conhecer o universo da investigação cibernética.”
Bruno Guilhen
Especialista em Segurança da Informação e Perícia Forense



ACADEPOL participou de Encontro Internacional sobre Atividade de Inteligência Cibernética na Repressão ao Crime Organizado

 A Superintendência da Polícia Federal em São Paulo sediou no dia 23 de agosto o Encontro Internacional sobre a Atividade de Inteligência Cibernética na Repressão ao Crime Organizado, organizado pelo Departamento de Polícia Federal com apoio do Grupo de Pesquisa “Dignidade Humana e Estado Democrático de Direito” da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
O evento apresentou debates sobre os seguintes temas: “Ciberterrorismo”, “Ciberespaço Não Governado” e “Perspectivas de Mudança na Legislação”.
O Delegado de Polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge representou a Academia de Polícia da Polícia Civil do Estado de São Paulo, na condição de debatedor, sobre o tema “Perspectivas de Mudança na Legislação”, que teve como expositor o desembargador Marco Antonio Marques da Silva, que é membro da Comissão de Reforma do Código Penal Brasileiro responsável pelo capítulo “Dos Crimes Cibernéticos”.
O Delegado Higor Jorge destacou que, além da necessidade de alterações no ordenamento jurídico, é importante também a capacitação dos integrantes de cada um dos órgãos que integram a persecução penal e a educação digital dos usuários de computadores para que a cibersegurança do brasileiro seja salvaguardada com eficácia.
De acordo com o Diretor da Academia de Polícia da Polícia Civil do Estado de São Paulo, Delegado Mário Leite De Barros Filho, o evento é importante, porque proporciona a troca de conhecimentos e experiências entre os profissionais que atuam no Sistema de Justiça Criminal.
Abaixo, consta matéria publicada no site do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo a respeito do Encontro Internacional sobre a Atividade de Inteligência Cibernética na Repressão ao Crime Organizado:


  

Aulas sobre segurança da informação e crimes cibernéticos em Sergipe

No dia 29 de agosto o delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge ministrou aulas na Pós-Graduação “Lato Sensu” Especialização em Gestão Estratégica da Academia de Polícia Civil de Sergipe. Na ocasião falou sobre segurança da informação, prevenção de crimes cibernéticos e investigação criminal.

No dia seguinte apresentou palestra sobre investigação de crimes cibernéticos no Curso de Formação de Formadores em Investigação Policial ministrado pela referida Academia de Polícia Civil.

Aulas na Pós-Graduação “Lato Sensu” Especialização em Gestão Estratégica da Academia de Polícia Civil de Sergipe

palestra formacao formadores sergipe

Palestras em Salvador-BA e Fernandópolis-SP

Palestra sobre investigação de crimes cibernéticos no Seminário "Crime no Âmbito da Internet" organizado pelo Ministério Público do Estado da Bahia.

Palestra sobre "Legislação de Crimes Cibernéticos" na Semana Jurídica da Unicastelo de Fernandópolis - SP.

Como denunciar um perfil falso no Facebook – por Higor Jorge

Como denunciar um perfil falso no Facebook – Apresentação elaborada por Higor Vinicius Nogueira Jorge

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Artigo: Navegação na internet com segurança para “marinheiros de primeira viagem”

Quando nos defrontamos com as estatísticas sobre utilização da internet apresentadas pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil, percebe-se um aumento gradativo do número de pessoas que utilizam a rede mundial de computadores e, sob essa perspectiva, pessoas que nunca tiveram acesso aos referidos recursos informáticos, estão se defrontando com esse “novo mundo” que permite as mais variadas utilizações.

O governo brasileiro também tem direcionado esforços para promover a “inclusão eletrônica” da população, por intermédio do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e, o governo do estado de São Paulo, por intermédio do projeto Acessa São Paulo e de outras iniciativas, procuram obter a denominada “inclusão social”, principalmente porque a internet abre um amplo campo de oportunidades de estudos, empregos, relações comerciais e transações bancárias capazes de incluir o usuário do computador no mercado de trabalho, oferecer oportunidades para todos e desta forma resgatar a dignidade das pessoas que estejam excluídas ou marginalizadas pela sociedade.

Contudo, se observa que em uma parte considerável dos casos, pessoas sem qualquer conhecimento sobre a segurança na navegação eletrônica estão sendo inseridas nessa nova realidade e muitas vezes por falta de conhecimento, tornam-se presas fáceis de cibercriminosos ou também podem se tornar autores de crimes por realizarem condutas criminosas, sem saber que existe previsão destas condutas no Código Penal e em leis penais especiais. Uma metáfora que tenho utilizado constantemente é imaginar que uma pessoa, sem qualquer conhecimento sobre navegação, adquire um veleiro e resolve cruzar o Oceano Atlântico e, em razão da falta de capacitação em navegação marítima, o “marinheiro de primeira viagem” acaba afundando sua embarcação.

Do mesmo modo, observamos que o usuário de computadores sem conhecimentos mínimos sobre a proteção do seu computador também podem sofrer diversos transtornos e prejuízos.

Por isso, é imprescindível a educação digital dos usuários de computadores, para que saibam da importância de ter instalado em seus dispositivos, um bom antivírus, para que atualizem automaticamente o sistema operacional e cada um dos programas instalados, para que evitem clicar em todos links que são enviados para eles, não acessem sites com conteúdo duvidoso, nem instalem programas que não sejam estritamente necessários e cuja origem seja legítima, enfim, é necessário conhecer procedimentos mínimos de proteção e ter consciência dos principais riscos que todos aqueles que “navegarem na ciber rede” estão submetidos e que vale a pena cuidar da sua segurança eletrônica para poder explorar os benefícios oriundos da internet.



Higor Vinicius Nogueira Jorge é delegado de polícia, vereador, membro da Associação Internacional de Investigação de Crimes de Alta Tecnologia (HTCIA), professor em Academias de Polícia e Universidades, autor do livro “Crimes Cibernéticos – Ameaças e Procedimentos de Investigação” em parceria com Emerson Wendt e possui o site www.higorjorge.com.br.

Acadepol realizou curso EAD sobre crimes cibernéticos em São Paulo

A Academia de Polícia da Polícia Civil do Estado de São Paulo realizou curso de crimes eletrônicos pelo sistema de Ensino a Distância – EAD.

Na oportunidade, o professor Higor Vinicius Nogueira Jorge ministrou aulas sobre a investigação de crimes cibernéticos, as principais ameaças que envolvem a utilização de dispositivos de informática e os procedimentos para o uso seguro destes dispositivos.

Segundo o diretor da Academia de Polícia, Mário Leite de Barros Filho, o Ensino a Distância representa a democratização da educação na Polícia Civil, na medida em que proporciona acesso à informação e ao conhecimento a todos os integrantes da Polícia Judiciária paulista.

O professor Vagner Bertoli, que foi o âncora do curso, disse que o curso foi um sucesso, tendo os policiais civis de todo o Estado participado com perguntas a respeito do assunto, demonstrando que o tema é instigante e que o palestrante domina o assunto com maestria.

O curso contou com a participação de policiais civis que acompanharam as aulas na Academia de Polícia e nos Núcleos de Ensino da Acadepol espalhados por todo o Estado de São Paulo.


Clonagem de cartões de crédito – Jornal Notícia Popular


Segundo o delegado, pequenos cuidados podem livrar o indivíduo de problemas maiores.
O avanço da tecnologia tem facilitado, cada vez mais, a vida das pessoas. Porém, como tudo tem seus prós e contras, muitas pessoas usam a tecnologia para a prática de crimes, um exemplo disso são os crimes cibernéticos, visto que o criminoso se mantém “protegido” atrás da tela de um computador e age de forma minuciosa, muitas vezes difícil de ser descoberto.
A clonagem de cartões de créditos tem sido um dos crimes mais evidentes nos últimos tempos, por isso o delegado de polícia Higor Vinicius Nogueira Jorge, que recentemente publicou um livro sobre a investigação dos crimes relacionados à tecnologia e à utilização dos dispositivos eletrônicos com segurança, falou um pouco sobre o assunto e fez um alerta sobre o perigo desse crime bastante praticado.
“Os cartões de crédito representam um importante recurso às pessoas que realizam transações bancárias, mas também podem proporcionar diversos prejuízos para as pessoas que fazem uso dele. Por isso, deve-se tomar muito cuidado com a utilização de cartão de crédito e, caso ele seja subtraído ou extraviado, é muito importante comunicar, imediatamente, a instituição bancária e também, caso existir crime a ser apurado, narrar o fato em uma Delegacia de Polícia para que a mesma promova a investigação criminal”, explicou.
Segundo o delegado, pequenos cuidados podem livrar o indivíduo de problemas maiores. Ao utilizar o cartão, a pessoa deve estar atenta e não perder o contato visual do mesmo, e ter cuidado ao digitar a senha para que outra pessoa não visualize os número digitados.
“Outro risco que o usuário de cartão de crédito é submetido diz respeito as compras em lojas de comércio eletrônico. Por isso deve-se evitar realizar compras em sites que não sejam confiáveis, que sejam desconhecidos ou que não tenham uma reputação positiva em sites de reclamações. Além disso, o dispositivo de informática utilizado deve ser seguro, ou seja, é importante que não exista nenhum arquivo malicioso instalado no computador”, alertou Dr. Higor.
Ele também explicou que “o cartão pode ser danificado se for exposto a um campo magnético ou ao calor. Ambos prejudicam os registros da tarja magnética do cartão, impedindo a leitura pelos dispositivos que possuem essa finalidade”.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febran), se o cartão, ao ser usado, ficar retido no caixa eletrônico é necessário clicar na tecla “cancelar” ou “anular”, bem como comunicar o banco sobre o ocorrido, tendo em vista que existem criminosos que instalam um equipamento para reter o cartão. Em alguns casos, criminosos danificam os telefones que ficam próximos aos caixas eletrônicos e também podem surgir pessoas desconhecidas se oferecendo para ajudar, mas que na verdade são criminosos.
O delegado de polícia alertou que “caso a vítima perceba que há algum valor indevido na fatura do cartão de crédito é também necessário apresentar no banco uma carta de contestação para evitar que seja realizada a cobrança indevida”.
“Reclame Aqui”
É um site confiável, em que consumidores fazem suas reclamações. Antes de comprar algo pela internet ou através de dispositivo móvel, é importante avaliar se não há reclamações do referido comércio eletrônico

Aline Amaral – Jornal Notícia Popular